As madrinhas e os padrinhos

Durante as próximas semanas, falarei sobre a escolha dos padrinhos. Já fui madrinha de casamento duas vezes (do meu favorite couple Claudio e Ticha e da minha irmã querida). Em ambas ocasiões, gostei MUITO de poder estar lá em cima no altar com o casal, segurando as lágrimas e sorrindo demais!

Na primeira ocasião, no casamento do Claudio e da Ticha, eu fui o cúpido do relacionamento (Não sou nada humilde: tenho poderes de cúpido mesmo! Até hoje, já banquei cúpido duas vezes: Claudio e Ticha e Harma e Carol. E não é que esse ano os dois casais casaram?! Não falei que posso competir com Eros?!) Claudio e Ticha foram meus vizinhos e mais que isso, foram minha família longe de casa, e sendo assim, durante o namoro, o noivado e o casamento, estava lá torcendo pelos dois. Inclusive, se bobear, posso até ter pressionado o Claudio bem mais do que a a própria Ticha até o casório sair (demorou 9 anos!!!) Hoje em dia morro de saudades deles e fico torcendo para sermos vizinhos de novo (afinal, morar em London town não seria nada mal...Hello London!!!) 

Já com a minha irmã querida (beijos Kookie!!!), eu fiquei aqui morrendo de pena de não poder participar dos preparativos do casório, mas tentei me integrar a distância (tanto que lotei o inbox dela com imagens de decoração, maquiagem, cabelo, etc.) Pelo menos pude participar da escolha do vestido em abril :)

Mas enfim, voltando a escolha dos padrinhos...Desde que comecei a pensar sobre os padrinhos, eu tinha alguns requisitos. O primeiro: quebrando convenções e talvez até deixando alguns meio chateados, padrinhos são amigos do peito, amigos que morro de saudades, amigos que me conhecem mais que ninguém, que já me viram chorar, rir até me engasgar (acontece...) e que conhecem minhas obsessões compulsivas com desenhos animados, bichinhos, e tudo que é geeky. Resumindo: não iria chamar "significant others" só para ser politicamente correta, não iria chamar casais só para "encher minha cota" e ter um número igual ao do Thiago, e não queria chamar membros da família por obrigação (até porque, ao meu ver, padrinhos são pessoas que você está convidando para serem parte da sua nova família e família já faz parte desse grupo por definição).

Segundo requisito: minimizar o número de casais, porque (opinião minha, tá?!) sempre achei meio cafoninha aquele desfile com tantos casais que fica mais parecendo desfile de escola de samba de grupo de acesso de tão longo...Para mim, o número ideal de padrinhos é 12 (6 casais, 3 de cada lado).

Outro requisito era que os padrinhos conhecessem a minha história com o Thiago. Não bastava ser somente MEU padrinho/MINHA madrinha, as pessoas escolhidas tinham que ter participado da NOSSA história. E finalmente (e isso é frescura minha) queria que cada padrinho/madrinha representasse uma época da minha vida.

Infelizmente (ou seria felizmente?! :) minha ambição de ter somente 6 casais não deu muito certo. Descobri que tenho amigos queridos demais, que quero todos eles lá comigo e que em casamentos, convenções sociais fazem parte da festa...Resumindo: mesmo querendo minimizar a quantidade de padrinhos, ainda passou da minha cota ideal: 4 casais de cada lado, mais 2 solteiras(os) de cada lado, dando um total de 10 casais, todos eles super queridos, especiais e dignos de estarem presentes!

Nos próximos posts vou falar de cada uma das minhas madrinhas e meus padrinhos, e quem sabe, um dia, o Thiago não se aventura por aqui e até conta um pouco sobre as escolhas dele :)

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